Na BioNat Expo 2011
Exposição de fotos “Eu existo: sou Kalunga”
“Eu existo: sou Kalunga” é o nome da exposição de fotos de Paulo de Araújo, fotógrafo gaúcho, de Santa Maria, radicado em Brasília. Conjunto de 30 trabalhos em formato 0,80m x 1,20m, impressos em lona vinílica, registra aspectos do povo quilombola que ocupa uma área no norte de Goiás, no município de Cavalcante.
Há muitas décadas os Kalunga vivem apartados do mundo dos brancos. Remanescentes de antigos quilombos, mantiveram-se isolados, vivendo dispersos por vilarejos e matas, preservando cultura e saberes ancestrais. Anualmente, promovem na comunidade de Vão das Almas um grande encontro, misto de rito religioso e festa.
Paulo de Araújo vem registrando esses momentos de celebração e gozo desde 2005. Consciente da legítima queixa de que “turistas” levam retratos que nunca voltam, a cada ano o fotógrafo retorna ao povoado e monta uma exposição em que os retratados podem ficar com suas fotografias. Assim, criou a tradição de fotografar e devolver a eles o que a eles pertence.
Com o trabalho “Eu existo: sou Kalunga”, Paulo de Araújo propõe o resgate do povo Kalunga, de sua beleza, de sua riqueza cultural, de sua produção agrícola em harmonia com a natureza e a tradição. Povo Kalunga é povo brasileiro, é história viva, é preservação da memória, é respeito à diversidade e à pluralidade étnica do Brasil.
Setembro de 2011
“Eu existo: sou Kalunga” é o nome da exposição de fotos de Paulo de Araújo, fotógrafo gaúcho, de Santa Maria, radicado em Brasília. Conjunto de 30 trabalhos em formato 0,80m x 1,20m, impressos em lona vinílica, registra aspectos do povo quilombola que ocupa uma área no norte de Goiás, no município de Cavalcante.
Há muitas décadas os Kalunga vivem apartados do mundo dos brancos. Remanescentes de antigos quilombos, mantiveram-se isolados, vivendo dispersos por vilarejos e matas, preservando cultura e saberes ancestrais. Anualmente, promovem na comunidade de Vão das Almas um grande encontro, misto de rito religioso e festa.
Paulo de Araújo vem registrando esses momentos de celebração e gozo desde 2005. Consciente da legítima queixa de que “turistas” levam retratos que nunca voltam, a cada ano o fotógrafo retorna ao povoado e monta uma exposição em que os retratados podem ficar com suas fotografias. Assim, criou a tradição de fotografar e devolver a eles o que a eles pertence.
Com o trabalho “Eu existo: sou Kalunga”, Paulo de Araújo propõe o resgate do povo Kalunga, de sua beleza, de sua riqueza cultural, de sua produção agrícola em harmonia com a natureza e a tradição. Povo Kalunga é povo brasileiro, é história viva, é preservação da memória, é respeito à diversidade e à pluralidade étnica do Brasil.
Setembro de 2011